13 outubro 2011

DIA DAS CRIANÇAS, O QUE COMEMORAR?

Salmos 127:3 Eis que os filhos são herança do SENHOR, e o fruto do ventre o seu galardão.

No dia das crianças grande parte delas não teve muito que comemorar. São órfãos de pais vivos, entregues a si mesmas, tornando-se cada vez mais deformadas no caráter. Os pais estão cada vez mais sem tempo para seus filhos, pois precisam trabalhar cada vez mais, ganhar mais dinheiro, adquirir mais bens. Na sua busca louca, acreditam que os filhos precisam mais de coisas que da presença deles, ou melhor, tentam compensar a ausência e irresponsabilidade, com coisas. São cada vez mais raras as mães de tempo integral. Aliás, tal tarefa virou motivo de desdém em alguns círculos, levando até mesmo algumas mulheres a terem vergonha de declarar que são apenas esposas e mães. E assim, as mulheres de carreiras brilhantes gabam-se de terem conquistado posições no mercado de trabalho e na vida acadêmica. A TV enaltece este estilo de vida em suas programações, novelas e jornais, rotulando direta e indiretamente as mães tradicionais de acomodadas e sem ambição profissional. O que não se fala é o aumento de mulheres depressivas, dependentes de medicamentos, estressadas e infelizes. Suas glórias estão coroadas com desgraça familiar, e quem paga a conta são as crianças que, estão cada vez mais desamparadas, expostas as drogas, homossexualismo, pornografia etc. Lamentavelmente, os cristãos de modo geral, compartilhando dos mesmos valores, mergulham num evangelho materialista, e já não se firmam mais na verdade absoluta da palavra de Deus, absorvendo padrões que claramente maculam o evangelho de nosso Senhor. As crianças estão agonizando e os pais não percebem o que está acontecendo, pois estão muito ocupados. Que o Senhor tenha misericórdia de nós e assim teremos consciência para investir no que realmente tem valor, os nossos filhos.

Cláudio.


Já Entraram Todas as   Crianças?                                                                                                                
Quando a noite vai chegando penso as vezes
Numa velha casa na colina
E em um quintal vasto e florido
Onde as crianças brincam a vontade.
E quando a noite chega em fim, aquietando
A alegre barulheira
Mamãe da uma olhada e pergunta_
Já entraram todas as crianças?
Oh, já faz muito, muito tempo isso,
E a velha casa na colina
Já não ressoa com passos infantis
E o quintal está quieto, muito quieto.
Mas vejo toda cena quando as sombras chegam,
E embora muitos anos tenham passado
Posso ouvir mamãe perguntar_
Já entraram todas as crianças?
Pergunto-me se quando chegarem as sombras
Do ultimo e breve dia na terra,
Quando nos despedirmos do mundo lá fora
Cansados das nossas brincadeiras infantis
Quando pisarmos a outra terra
Onde mamãe a tanto tempo já está
Ouviremos sua pergunta como antigamente fazia:
Já entraram todas as crianças?

Anônimo.

Senhor, não peço que me dês alguma obra sublime que é tua, um chamado nobre ou tarefa prodigiosa.
Dá-me uma criança para apontar o caminho pela estrada estranha e doce que leva a ti.
Dá-me uma vozinha suave para orar comigo; dois olhos brilhantes para tua face ver.
A única coroa que desejo, Senhor, é esta, que eu possa ensinar uma criança.
Não peço que venha um dia a colocar-me entre os sábios, os notáveis, ou os grandes.
Só peço que serenamente, de mãos dadas, uma criança e eu entremos pelos portões.
Autor desconhecido.

10 outubro 2011

O DRAMA DE ASAFE


O DRAMA DE ASAFE

Parte I
Salmo 73


   Quando Asafe escreveu este salmo, já estava numa idade avançada, talvez entre os sessenta e setenta anos. Havia passado toda a sua vida servindo ao Senhor, numa decisão resoluta de agradar-lhe em tudo, e fazer a sua vontade, mesmo isso lhe custando privações e renúncias dolorosas, ele atravessou as décadas firme em suas convicções, fiel ao seu Deus. No entanto, logo no início do salmo encontramos um Asafe vacilante, titubeante, revelando que estava pisando no lodo, no limo de uma estrada escorredia, com questionamentos privados, pensamentos que, como fantasmas o atormentavam e levava-o a duvidar do seu Deus, e da validade de sua vida piedosa.

“Quanto a mim, porém, quase me resvalaram os pés; pouco faltou para que se desviassem os meus passos”. Vs. 2

     Parece-me que os seus questionamentos o conduziram á beira da apostasia, do abandono da devoção ao seu Deus.

 “Pouco faltou para que se desviassem os meus passos”.

 Estava orbitando numa dimensão humana, satânica, que o envolvia e o cegava. O versículo primeiro do salmo traz consigo um tom de sarcasmo para com a bondade e fidelidade de Deus.

“Com efeito, Deus é bom para com Israel, para com os de coração limpo”.

Deus é bom, mas não para mim. Vejo suas bênçãos nos outros, não na minha vida. Até o ímpio goza do seu cuidado, eu, porém, tenho como recompensa aflições e cansaço. Esta é a paga por minha devoção e fidelidade”. Num determinado momento da vida de Asafe, a aparente paz e prosperidade do ímpio enganosamente tornaram-se uma prova incontestável de que, Deus não é tão justo quanto diz ser. Vejamos o que ele observou nos ímpios: vs. 3 a 12.

“Pois eu invejava os arrogantes, ao ver a prosperidade dos perversos”.
Para eles não há preocupações, o seu corpo é sadio e nédio.
Não partilham das canseiras dos mortais, nem são afligidos como os outros homens. Daí a soberba que os cinge como um colar, e a violência que os envolve como um manto.
Os olhos saltam-lhes da gordura; do coração brotam-lhes fantasias.
Motejam e falam maliciosamente; da opressão falam com altivez.
Contra os céus desandam a boca, e a sua língua percorre a terra.
Por isso o seu povo se volta para eles, e os tem por fonte de que bebe a largos sorvos.
E diz: como o sabe Deus? Acaso há conhecimento no altíssimo?
Eis que são estes os ímpios; e sempre tranqüilos, aumentam suas riquezas “.

Nos vs. 13 e 14 sentimos o tom de decepção e frustração do velho salmista.

“Com efeito, inutilmente conservei puro o coração e lavei as mãos na inocência”.

Ele conclui, que não valeu a pena guardar-se incontaminado tentando agradar a Deus. Que foi inútil o esforço para ser um homem com um coração puro, íntegro e reto diante dEle. Ele havia entrado numa fase de completa desilusão. Desiludiu-se com sua fé, concluindo que todos os anos de devoção foram como plumas ao vento. Suas esperanças de recompensas palpáveis nesta vida por sua obediência tornaram-se uma grande decepção. O conflito era titânico se levarmos em consideração que, estas conclusões foram tiradas já no fim de sua vida, chegaram em sua velhice onde esperava estar muito mais firme e amadurecido em Deus. Justamente nesta fase, depois de ensinar a muitos, animar, consolar, repreender, tornar-se um padrão de fé a ser seguido, conclui que sua fé e suas esperanças não passavam de uma construção sobre a areia.
Não havia prosperado, pois invejava a prosperidade dos que não temem a Deus vs. 3.
Eles não tinham preocupações, pois pareciam não adoecer... “seu corpo é sadio e nédio, não partilham das canseiras dos mortais, nem são afligidos como os outros homens” vs. 4-5.  que outros homens? Ele estava falando de si mesmo. Fui fiel a ti toda a minha vida e veja o meu estado! Estou velho e doente, cheio de dores, artrite, artrose, cansaço e enfado enquanto os ímpios estão gozando de boa velhice, para eles não há preocupações, tudo parece dar certo.
Os ímpios são soberbos e cheios de violência, maliciosos e opressores, irreverentes, não temem blasfemar de Deus e ainda são bem vistos e bem recebidos pela sociedade, e com todas essas impiedades eles parecem estar sempre tranqüilos e vão aumentando suas riquezas. Vs. 6-12.
algumas coisas atormentavam a mente desse homem de Deus, a premiação do ímpio com saúde e riqueza e a aflição do justo com doenças e pobreza.
Em sua amargura contra o suposto tratamento injusto que recebia de Deus, Asafe descia cada vez mais para uma zona extremamente perigosa;

“Pois de contínuo sou afligido, e a cada manhã castigado”. Vs 14

Quando não entendemos que os caminhos de Deus São mais altos que os nossos, e que, sua condução vem de um coração amoroso e cuidadoso por nós, de um Deus que está obstinado a construir em nós o caráter perfeito de seu filho Jesus, então, cada prova, cada obstáculo que nos é posto pelo caminho tornam-se um castigo de Deus, uma punição e não um meio de transformação e santificação. O coração amargurado vê até mesmo nas lutas diárias e inevitáveis do dia a dia, um ato de injustiça de Deus. Era assim que asafe estava se sentindo, injustiçado, traído, enganado pelo seu Deus que supostamente não estava sendo tão fiel a ele como o próprio asafe havia sido durante toda a sua vida.
“O Senhor folga para os ímpios e aperta para os seus santos”. Onde está a tua justiça? Estas eram as suas acusações mais secretas contra Deus. Ele não falava, não as expressava em público. Ninguém sabia ou sequer imaginava que o “grande salmista e compositor” asafe estava a beira da apostasia, assim como muitos filhos de Deus sinceros estão silenciosamente morrendo, cansados e afadigados, sentindo-se frustrados e até mesmo desamparados por Deus. Ele disse:

“Se eu pensara em falar tais palavras, já aí teria traído a geração de teus filhos”. vs 15

continua...

09 outubro 2011

UM CORAÇÃO QUEBRANTADO


(Lc. 7:39-47)

Como é fácil estarmos perto do mestre e não sermos tocados por Ele! Cantarmos cânticos que o exaltam, e mesmo assim não sermos transformados. Falar palavras bonitas e fazer belas orações e ainda assim, termos tão pouco dEle em nós mesmos. Como o fariseu do texto citado, podemos ter Jesus em nossos ajuntamentos mas, longe de nossos corações.
Simão não havia dado a Jesus as honras mínimas que se oferecia a qualquer convidado.
Naquela festa como dentro da igreja, muitos estavam tentando impressionar Jesus. Simão lhe ofereceu um pomposo banquete, porém Jesus para ele era apenas mais um dos convidados, e com certeza, não era considerado o mais ilustre, pois nem o tratamento básico ele havia recebido. (água para lavar os Pés) vs. 44
Ofereceram a Ele pompa, ostentação e aparências. Gente bem vestida, ricas, e cheias de si mesmas. Não nos é familiar este ambiente? Impregnado de liturgia, com quase nenhum quebrantamento?
Aquela mulher não havia sido convidada; sabia que não seria bem recebida por gente aparentemente tão “ilustre e santa”.  No entanto, ela não estava preocupada com o requinte do banquete, nem em ser humilhada, ou mesmo ridicularizada como de fato foi, vs. 39 Quando isto viu o fariseu que o tinha convidado, falava consigo, dizendo: Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma pecadora”. Ela queria lançar-se aos pés do mestre e suplicar perdão e demonstrar gratidão. Ao derramar aquele caro perfume ela estava humilhando-se, dando tudo, abrindo mão de tudo, impactada por tamanho amor e misericórdia. Ela sentia-se indigna, mas aceita por Ele. Ele não a olhava diferente, mas, a atraía para fora daquela vida medíocre e cheia de frustrações. Ela sabia que um pecador não tem outra escolha, exceto lançar-se desesperadamente aos pés de quem pode socorrê-lo. Via que aquele nazareno era diferente. Não se impressionava com a aparência, nem com as roupas bonitas. Ele olhava no fundo do coração, procurando verdade, sinceridade e quebrantamento. Ele não tem problema com a dimensão do nosso pecado, mas sim, com o altivo, o soberbo e orgulhoso. Por esta razão se identificava melhor com pecadores quebrantados que com santos orgulhosos.
O que aquela mulher ofereceu a Cristo foi sua humilhação, seu rogo, sua súplica. Não queria impressionar nem a Jesus, nem a ninguém. Não tinha justiça própria, nem trouxe qualquer justificativa. Queria transformação, nova vida, vida transbordante, a vida que só Ele tem para dar.
Assim deve ser o vislumbre do mestre em nossas vidas. Ele não despreza um coração quebrantado, porém o soberbo conhece de longe.

 

Cláudio.                                                

06 outubro 2011

ESCOLHENDO A MELHOR PARTE


41 - E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária;
42 - E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada. Lucas 10:41-42
Para termos um bom momento de meditação e comunhão com o pai, não é preciso somente tempo e lugar. É preciso aquietar o coração, silenciar a alma. É preciso abrir mão de tarefas e preocupações diárias, que são armadilhas de satanás, para nos manter escravizados a coisas inúteis, a preocupações sem fim que só nos afastam da comunhão verdadeira com o pai.
Cristo não disputa com nada nem com ninguém. Onde há disputas ele se afasta, pois deseja a primazia em tudo.
Deseja o nosso melhor para nos repartir o seu melhor. Corações inquietos nunca o conhecerão.
Ser marta ou Maria?Eis a escolha crucial! Uma foi censurada por “quedar-se assentada aos pés do Senhor” (Jo 10:39). A outra, por andar “inquieta e preocupada com muitas coisas” vs. 41. Uma censura veio dos homens, a outra, diretamente do mestre. Cabe a nós escolher por quem seremos censurados. É importante lembrar que ambas estavam envolvidas numa atividade religiosa –queriam agradá-lo. E é aqui que muitos de nós podemos cair na armadilha do ativismo religioso.
Quantos homens sérios e bem intencionados já não conseguem mais ouvir a voz do seu Senhor! Iludiram-se com a grande quantidade de serviços que há na casa de Deus. Foram seduzidos por algo bom e acabaram incorrendo num erro fatal: apaixonaram-se mais pela obra que pelo dono dela. A antiga serpente, com suas velhas e eficientes estratégias, sabe como manter os corações mais fervorosos em um constante labor e em uma angustiosa preocupação em “servir” o mestre. E com a mesma boa intenção de Marta, porém sem discernimento, não conseguem ver o valor do quedar-se para ouvi-lo. Maria não queria fazer nada exceto desfrutar da sua doce presença. Olhar em seus olhos, ouvir sua voz. Nele, em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento, (Cl 2:3) está a verdadeira satisfação e realização. Será que o excesso de trabalho não tem mais a ver com o nosso ego que com o deleitar-se Nele? Foi o nosso amado mestre quem afirmou que Maria “escolheu” a melhor parte. Ele conhece bem nossas escolhas e as avalia do seu ponto de vista. E você? Está afadigado com muitas coisas ou quedou-se aos pés do mestre? Tudo que é do ego tem relação com satanás.

Cláudio.


SILÊNCIO E SOLIDÃO.



Todo aquele que almeja viver a vida espiritual interior deve se apartar da multidão, com Jesus. Nenhum homem aparece com segurança diante dos olhos do público sem antes se retirar para a obscuridade. Nenhum homem está seguro ao falar, a menos que goste de ficar em silêncio. Nenhum homem governa com segurança, a menos que esteja disposto a ser governado. Nenhum homem comanda com segurança, a menos que tenha aprendido bem como obedecer. Nenhum homem se alegra com a segurança a menos que tenha dentro de si o testemunho de uma boa consciência.



Thomás de kempis.

04 outubro 2011

Fraudes evolucionistas!


Uma crítica ao sistema religioso evolucionista.
A teoria da evolução seria melhor designada como religião, pois se baseia em crenças! Não que crenças sejam condenáveis, muito pelo contrário. O problema de uma determinada crença é que, quando não se baseia em fatos, ela se torna em mera seita. Sem os elos (perdidos) e desesperados pela falta de evidências, os pais do evolucionismo tiveram brilhantes idéias!
Inventaram as evidências !
Vamos refrescar a memória? Citemos 3 exemplos escandalosos.
1.Homem de Piltdown.
Fig. 1. Homem de Piltdown: Reconstituição do "elo" perdido: Fraude vergonhosa de uma ciência falsa que, como hoje, é manipulada por inescrupulosos evolucionistas. De modo arrogante eles povoam as faculdades e universidades, arrebanhando milhares de adeptos que pensam que a seita evolucionista é um fato comprovado.



Fig. 2. Vista frontal do crânio do Homem de Piltdown: Note que a parte branca é reconstituição artística. Os ossos (cor escura) foram fraudados. É... cientista também mente!

Fig. 3. Acima, nota-se a vista lateral a 45º da face direita do crânio do Homem de Piltdown: Note que neste lado, o direito, foi no qual a mandíbula foi "encaixada".
Para resumir, em 1912 uma gangue de fraudulentos, querendo ganhar notoriedade e explorando a crendice de uma sociedade apóstata que queria acreditar na evolução de qualquer jeito, inventou um homem macaco chamado Piltdown. Os mentirosos juntaram um pedaço de crânio humano (datado posteriormente como tendo apenas 650 anos) com a mandíbula de um macaco. Os dentes foram lixados e tudo tratado com substâncias químicas para parecer objeto fossilizado. Depois de 40 anos exposto no museu britânico e 90 teses de doutorado dos eruditos ateus, a fraude veio à tona. Que vergonha, que escândalo, que palhaçada! É só dar tempo suficiente, que todas as falsas evidências da evolução se desmancham como pó!

Fig. 4 - Dos fragmentos fraudados, foi produzida esta escultura: O Homem de Sussex. Uma criatura que só existe na cabeça dos evolucionistas ! Abaixo, a gangue trabalhando. De branco: Arthur Keith
Fig. 5 Os cientistas não são sempre lúcidos e imparciais. A prova disso está na foto acima: uma verdadeira gangue sem compromisso com a verdade, forjando a "prova" de um elo perdido (homem de Piltdown) que foi aceito sem exame por uma sociedade apóstata que queria, como hoje, aceitar uma filosofia anti-Deus! Da esquerda para a direita atrás: Barlow, Elliot Smith, Dawson, Woodward. Na frente da esquerda para a direita: Underwood, Arthur Keith, Pycraft e Lankester.
Fig. 6 -Dentes fraudados e lixados. O antropólogo e jesuíta Teilhard de Chardin (1881 - 1955), místico, esotérico oriental e evolucionista, era cúmplice da gangue e estava envolvido até o pescoço com esta fraude! Dentes de elefante e hipopótamo achados no local da "descoberta" ( Piltdown, Inglaterra) eram na verdade provenientes de Malta e da Tunísia, onde Chardin colecionava espécimes entre 1905 a 1908. Foi Chardin que "achou" o canino crucial . 
2.Homem de Neanderthal.

Fig. 7 - Descoberto em 1859 na cidade de Neanderthal, Alemanha, este suposto ancestral do homem na cadeia evolutiva não passa de um homem comum. Possuia uma capacidade craniana maior que o homem atual. A média é 1500 cc e o Neanderthal possuia 2.000 cc. Mas isso prova o quê? Há variações de volume e de formato entre as diversas raças que estão dentro da mesma espécie humana! O homem de Neanderthal tinha uma doença nos ossos chamada de osteoartritis, causada pela deficiência de vitamina D na sua alimentação. Ele era igual a qualquer um de nós! 
3. Homem de Nebraska.

 Fig. 8 - Esta figura acima mostra a vista em 4 ângulos diferentes de um mesmo dente. Este dente pelo poder miraculoso da evolução se transformou na criatura abaixo: 

Fig. 9 - Desenho do Nebraska Man, feito por Amedee Forester e publicado da revista Illustrated London News em 1922
Não é lindo isso? Inventaram uma piada sobre esta palhaçada dizendo que se os evolucionistas achassem o esqueleto completo do homem de Nebraska, certamente iriam montar todo o álbum de família!
Agora a verdade: De um dente, montaram a mandíbula. Da mandíbula, montaram o crânio. Do crânio, montaram o esqueleto. Do esqueleto, fizeram pele, cabelo e até a sua namorada ou esposa (agachada no desenho). Fizeram a famosa exposição sobre a evolução em Dayton, Tennessee, chamada de Scopes Trial, quando o Homem de Nebraska foi apresentado como prova incontestável da evolução. Quando William Jennings Bryan protestou contra os argumentos apresentados e pela insuficiência, riram-se dele ridicularizando-o. Em 1927 descobriram a fraude: O dente era de um porco chamado Peccary.  
A VERDADE!
O ser humano foi criado diretamente por Deus no sexto dia da criação. O homem é distinto dos animais em vários sentidos:
Só o homem é feito à imagem e semelhança de Deus
Só o homem é espiritual
Só o homem tem responsabilidade moral
Só o homem se relaciona com o Criador
O homem dará conta a Deus um dia e certamente o reconhecimento de Deus como Criador é o começo de um relacionamento honesto com Ele. Não deixe que a seita da evolução roube isso de você, pois no dia do Juízo nenhum evolucionista vai estar lá para ajudá-lo!
Só Jesus Cristo , o Homem-Deus pode ser o seu mediador!
 "Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem" 1 Tim 2:5

01 outubro 2011

O AMOR AO DINHEIRO


“Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns nessa cobiça, se desviaram da fé, e a si  mesmos se atormentaram com muitas dores” I Tm. 6:10.

O amor ao dinheiro é mestre das ilusões. Traz uma falsa paz, uma falsa sensação de segurança que acaba entorpecendo aquele que nele se deleita. Não é por acaso que Paulo diz que este amor é a raiz de todos os males. Por causa dele dissimulamos, não somos sinceros, fingimos, enganamos. Cria-se a idéia de que, possuí-lo é sinônimo de superioridade de caráter, e deixa-se de perceber o poder de deformação que ele possui. Por amor a ele separamos, fazemos acepção, nos agrupamos em classes sociais, esquecendo-nos que Cristo, possuindo a verdadeira riqueza, se misturou aos miseráveis. Foi sua preferencia não ignorar os necessitados, antes, deliberadamente envolveu-se com eles e com suas necessidades.O amor ao dinheiro cria justificativas para não ajudar; amigos são esquecidos; parentes ignorados. Como na parábola do bom samaritano, agimos como o escriba, o fariseu e o saduceu que passaram de largo fingindo não ver o que Deus colocou bem diante dos nossos olhos. E evitamos perguntar pelas necessidades do nosso próximo. Este amor é a raiz de todos os males, porque destrói a fé, macula o espírito da graça desse Cristo, que se fez pobre para nos enriquecer. II Co 8:9

Tal paixão é expressão do coração de satanás, pois leva o homem ao egoísmo, ao vício de sempre ter e nunca repartir. Tirar sempre proveito, juntar sempre mais e depositar nisso toda a sua confiança. Por causa desse amor os relacionamentos são lançados na superficialidade, pois querendo proteger o seu tesouro muitos se isolam com medo de serem explorados ou confrontados nos seus corações. Começa-se a cultivar uma espiritualidade de proteção, na qual as verdadeiras intenções e motivações não estão visíveis, mas camufladas. Vemos tal atitude no jovem rico, que, para esconder seu amor pelo que possuía tentou impressionar Jesus e os que com ele estavam apresentando seu currículo de espiritualidade, segundo o seu próprio coração avarento. O Senhor mostra que a verdadeira piedade, não é encontrada nas minas de ouro, nem nas contas bancárias, mas, num coração liberto por Ele, desprendido e cheio da sua presença. Por este conhecê-lo, está entesourando no céu para a vida eterna, acumulando o que é excelente, e que torna o homem verdadeiramente rico.Os que amam o dinheiro vivem num constante conflito, pois sua segurança está no que possuem e o medo de perder os apavora. Tais pessoas não firmam amizades sólidas e profundas, pois têm a desconfiança de que, todos os que delas se aproximam tencionam tirar algum proveito. Não gozam da liberdade dos que já morreram e descobriram o verdadeiro tesouro que é Cristo Jesus. Por isso, Paulo diz que os tais se atormentam com muitas dores.

Cláudio.

O EVANGELHO DO REINO OU OUTRO EVANGELHO ?


É preciso definir que papel queremos exercer em nossa sociedade. Queremos nos impor como igreja e conquistar o reconhecimento do mundo ou queremos de fato transformá-lo? Já não passamos mais despercebidos, somos notados, observados e até cobiçados. Despertamos os mais variados interesses: religiosos, políticos e comerciais. Somos um povo que consome indiscriminadamente tudo que se refere à fé sem sequer avaliar o seu conteúdo. Desde cantores que são verdadeiras estrelas, até pastores que não conhecem o sumo pastor.
Os empresários descobriram que tudo que se produz direcionado à fé cristã vira ouro imediatamente. De fato esta igreja é essencial a esta sociedade consumista e humanista, com instituições que se diluíram e perderam sua verdadeira identidade. Onde estão os verdadeiros santos de corações quebrantados que não se empolgam com este crescimento astronômico, sem uma identidade clara e um conteúdo definido? Será que a nossa identidade está em sermos uma grande instituição que caminha pelo país dizendo que “o Brasil é do Senhor Jesus?” É isto que nos diferencia? Será que os que participam destes eventos são de fato governados por Ele tendo-o como Senhor das suas vidas? Não sei.
Que tipo de homens, mulheres e jovens compõem nossas instituições? São aqueles que usam as camisetas, os bonés, que andam nas passeatas e que lotam os grandes festivais de altas produções? Esta é a nossa verdadeira identidade? São estes aparatos que nos caracterizam?
Oxalá que fôssemos conhecidos por parecermos com Cristo expressando seu amor, sua humildade, sua bondade incomparável, sua justiça e compaixão para com os perdidos. Sua coragem de remar contra a maré das instituições religiosas e se misturar aos miseráveis, sendo rico fazendo-se pobre, dono de uma espiritualidade que não o levava ao orgulho, mas a compaixão. Dono de um poder que não era usado para proveito próprio nem para explorar a fé simples das pessoas, mas para socorrer os perdidos e marginalizados que encontrava. Dono de tão grande sabedoria e conhecimento e mesmo assim transmitiu àqueles que não tinham como adquiri-los. A essência de sua vida foi o altruísmo, nuca vivendo para si, mas fazendo o bem e curando os oprimidos do diabo, se humilhando sempre, perdendo sempre para que outros pudessem ganhar, sujeitando-se a homens que não o mereciam e os amou profundamente oferecendo nada menos que a própria vida, nunca buscando o que era seu, mas sempre a vontade do pai. Não exigiu reconhecimento, ele sabia quem era. O seu maior desejo era imprimir em nós o seu caráter, seu estilo de vida e sua forma de enxergar o mundo. Quis levantar uma nova raça de homens não superficiais, amorosos, bondosos, perdoadores e doadores de vida. Homens parecidos com Deus. De fato a essência do cristianismo está na pessoa de Jesus e nunca nas nossas grandes conquistas, pois o que para o mundo é grande para Ele nada significa. Suas próprias conquistas aos olhos humanos foram um verdadeiro fracasso, pois, depois de tanto fazer e falar morreu humilhado numa cruz romana entre dois ladrões. Certamente aos olhos humanos isto foi derrota e não vitória. Todavia a cruz de Cristo é o caminho da vitória da igreja no mundo, pois, todos que a encontraram foram levados ao altar do sacrifício para ressurgirem em novidade de vida.
Que choremos nossa ostentação e desejemos desesperadamente a essência de Cristo.
A grande pergunta que fica no ar é: O que a igreja tem de fato a oferecer a esta geração? Como pode uma igreja que usa os recursos que tem para construir impérios particulares estar cumprindo bem a sua vocação? Será que não nos assemelhamos à igreja de laodicéia que tinha um conceito de si e o Senhor tinha outro? Tal situação lembra-me Jr. 5:30-31 “coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra”:
Os profetas profetizam falsamente, e os sacerdotes dominam de mãos dadas com eles: e é o que deseja o meu povo. Porém o que fareis quando estas coisas chegarem ao seu fim?”
Faltam-nos profetas que enxerguem além desta grossa camada de verniz que nos camufla como camaleões adaptando-se ao meio. O levantar da igreja nunca poderá ser a popularização da mesma. O cristianismo puro não combina com popularidade, porque é um forte ingrediente de Deus derramado e incomoda o reino das trevas. A pregação do verdadeiro cristianismo transforma homens em discípulos ou em perseguidores, nunca deixando-os indefinidos, e se há indefinidos é porque ainda não ouviram o verdadeiro cristianismo. A igreja é a menina dos olhos de Deus, não pode ser a dos olhos dos políticos nem se vender em troca de favores, nem negociar o seu conteúdo com corporações que só querem tirar proveito. A transformação que ela deve esperar e proporcionar não é política, mas, mudança de vida através da pregação do evangelho do reino que confronta o pecador e o convida ao arrependimento. O Espírito Santo não necessita de cargos públicos para realizar a sua obra, embora possa fazê-lo se assim o desejar, mas, de homens comprometidos com Cristo e quebrantados de coração para fazerem  a vontade do pai.  
Quem diria que chegaríamos aonde chegamos! Uma igreja que a alguns anos era ignorada agora tem políticos nos seus púlpitos com discursos eloqüentes, favorecimentos, pastores em rede nacional declarando sua posição política. É o sal perdendo o seu sabor e sendo pisado pelos homens.
Basta ligarmos a TV para vermos a enorme descaracterização que alguns grupos ditos “Cristãos” estão impingindo ao evangelho de Cristo. Sacrifica-se a pureza do evangelho por causa do lucro, da ganância, da cobiça, do desejo desenfreado de ter, e assim, o nome de Cristo é blasfemado por causa deste outro evangelho que tem sido pregado. É escandaloso vermos os “representantes dos produtos celestiais” negociando sem nenhum escrúpulo, explorando e enganando pessoas simples que literalmente compram as graças que almejam. O espírito de Cristo perdeu espaço para o sal grosso, os galhos de arruda, as correntes, os patuás ungidos e benzidos pelos místicos pastores de nossos dias, que se professam portadores da verdade enganando os incautos e lhes roubando os bens. Estes amuletos são hoje oferecidos em nome de Deus como se fossem o evangelho de Cristo. Mais assustador ainda é que temos aprendido a conviver com tudo isso e lentamente aceitando como algo normal e até dizemos que são nossos irmãos em Cristo apesar de não crermos nestas coisas. Paulo, o apologista da fé proclama veementemente que tudo que destoa do evangelho de Cristo e dos apóstolos deve ser considerado anátema (maldito), um outro evangelho que sequer assemelha-se ao evangelho de Cristo. Gl. 1:6-9
Estamos numa hora muito difícil e nem todos enxergam o que está acontecendo a sua volta. Devemos lembrar-nos da antiga exortação de A.W. tozer que, com grande discernimento em sua época afirmava que devemos ter unidade com o que é homogêneo e separação do que é heterogêneo, pois Deus foi o primeiro a separar a luz das trevas.

Cláudio.